segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

É dificil, mas as vezes surge aquela pequenina vontade de largar tudo. Essa vontade se alastra pelo corpo, e logo, tudo é dominado pela dor. 
A dor no peito, é essa mesma, ela surge no coração e imobiliza todas suas veias, seus dedos estão roxos e o lado esquerdo da cabeça dói.
Tudo é tão distante, e ninguém te espera em casa. Os Bibêlos estão postos ao lado do som.
Acordo nas noites abafadas ou frescas com a sensação de ter me afogado. O quadrado me assusta.
Você não está ali.
Aquela fisgada lancinante acorda de vez... Onde ele está? Onde eu estou?
Onde todos estamos? Com certeza, não em um sonho.
Não tenho motivos para estar vazia... nem desculpas para chorar.
Mas eu choro, essas lágrimas são como uma minuscula cascata, que corre sem parar.
Queria eu ser serena, um riacho...
A água doce acalma
Queria eu ser tranquila
Ser humana.
Queria eu estancar essa dor para sempre. 

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Não há grandes dores, nem grandes arrependimentos, nem grandes recordações. Tudo se esquece, até mesmo os grandes amores. É o que há de triste e ao mesmo tempo de exaltante na vida. Há apenas uma certa maneira de ver as coisas, e ela surge de vez em quando. É por isso que, apesar de tudo, é bom ter tido um grande amor, uma paixão infeliz na vida. Isso constitui pelo menos um álibi para os desesperos sem razão que se apoderam de nós. Caio Fernando Abreu



domingo, 27 de novembro de 2011

Às vezes penso que não sou nada. Não sou popular no colégio e nunca fui a melhor aluna da turma.

Não tenho uma beleza que chame a atenção das pessoas, e nem tenho nada que me destaque dos outros em uma multidão.

Às vezes me sinto invisível e sozinha, mesmo tendo várias pessoas ao meu redor.

E às vezes me pergunto se vai ser sempre assim, se talvez o meu papel seja só ajudar as pessoas com as suas vidas e assim ver a vida passar,

apenas criando algumas ilusões necessárias para poder sorrir ao fechar os olhos...

Talvez meu papel seja ser espectadora da minha própria vida, e assim me dá vontade de acabar com tudo isso e sumir, uma última opção.

Mas é aí que eu lembro que fazendo isso eu estaria jogando fora tudo o que alguém fez por mim, e se não estou satisfeita com minha vida é por minha culpa.

Eu já não sei o que eu mereço.

Já não sei no que acreditar... Eu queria somente o que era verdadeiro.

Mas são as mentiras que nos fazem conhecer as pessoas.

terça-feira, 13 de setembro de 2011


Preciso parar, preciso esperar. Mas a solidão dói e eu sigo inventando personagens. Odeio minha fraqueza em me enganar. Eu invento amor, sim e dói admitir isso. Mas é que não aguento mais não dar um rosto para a minha saudade. É tudo pela metade, ao menos a minha fantasia é por inteiro.. enquanto dura. No final bruto, seco e silencioso é sempre isso mesmo, eu aqui meio querendo chorar, meio querendo mentir sobre a vida até acreditar. E aí eu deito e penso em coisas bonitinhas. E quando vou ver, já dormi.

                                                                                                                                                                       (Tati Bernardi)

terça-feira, 19 de abril de 2011

Minha força está na solidão. Não tenho medo nem de chuvas tempestivas nem de grandes ventanias soltas, pois eu também sou o escuro da noite.
Sou uma garota, e meus segredos estão escondidos atrás da minha Fortaleza.
Fortaleza que só é aberta para alguns...
Será que sobreviverei nesse mundo que não é meu?

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Eu sempre precisei ficar um pouco sozinha
Eu nunca pensei que eu precisaria de você quando chorasse
E os dias parecem anos quando eu estou sozinha
E a cama aonde você dorme
Está arrumada do seu lado

Quando você vai embora eu conto os passos que você dá
Você percebe o quanto eu preciso de você agora?

Quando você vai embora
Os pedaços do meu coração sentem a sua falta
Quando você vai embora
O rosto que eu conheci também me faz falta
Quando você vai embora
As palavras que eu preciso ouvir para conseguir passar o dia
E fazer tudo ficar bem...
Eu sinto sua falta

Eu nunca me senti assim antes
Tudo o que faço
Me lembra você
E as roupas que você deixou estão jogadas no chão
E elas tem o seu cheiro
Eu adoro as coisas que você faz

Quando você vai embora eu conto os passos que você dá
Você percebe o quanto eu preciso de você agora?

Quando você vai embora
Os pedaços do meu coração sentem a sua falta
Quando você vai embora
O rosto que eu conheci também me faz falta
Quando você vai embora
As palavras que eu preciso ouvir para conseguir passar o dia
E fazer tudo ficar bem...
Eu sinto sua falta

Nós fomos feitos um para o outro
Para ficarmos juntos para sempre
Eu sei que fomos
Ohhhhh
Eu só quero que você saiba
Tudo o que eu faço me entrego de corpo e alma
Até perco a respiração
Eu preciso saber que você está aqui comigo
yeah

Quando você vai embora
Os pedaços do meu coração sentem a sua falta
Quando você vai embora
O rosto que eu conheci também me faz falta
Quando você vai embora
As palavras que eu preciso ouvir para conseguir passar o dia
E fazer tudo ficar bem...
Eu sinto a sua falta

Avril Lavigne - When you're gone

sábado, 2 de outubro de 2010

Sorri quando a dor te torturar
E a saudade atormentar
Os teus dias tristonhos vazios

Sorri quando tudo terminar
Quando nada mais restar
Do teu sonho encantador

Sorri quando o sol perder a luz
E sentires uma cruz
Nos teus ombros cansados doridos

Sorri vai mentindo a sua dor
E ao notar que tu sorris
Todo mundo irá supor
Que és feliz...

Charles Chaplin
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Vida
É o amor existencial.
Razão
É o amor que pondera.
Estudo
É o amor que analisa.
Ciência
É o amor que investiga.
Filosofia
É o amor que pensa.
Religião
É o amor que busca a Deus.
Verdade
É o amor que eterniza.
Ideal
É o amor que se eleva.

É o amor que transcende.
Esperança
É o amor que sonha.
Caridade
É o amor que auxilia.
Fraternidade
É o amor que se expande.
Sacrifício
É o amor que se esforça.
Renúncia
É o amor que depura.
Simpatia
É o amor que sorri.
Trabalho
É o amor que constrói.
Indiferença
É o amor que se esconde.
Desespero
É o amor que se desgoverna.
Paixão
É o amor que se desequilibra.
Ciúme
É o amor que se desvaira.
Orgulho
É o amor que enlouquece.
Sensualismo
É o amor que se envenena.
Finalmente, o ódio, que julgas ser a antítese do amor, não é senão o próprio amor que adoeceu gravemente.

Francisco Cândido Xavier
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"Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:

Acho que você está errado, mas estou do seu lado...
Ou alguém que apenas diga:
Sou seu amor! E estou Aqui!"

William Shakespeare

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"Se eu cair, você não estará lá para me levantar. Inúmeras vezes me reergui sozinha, você nunca estava lá."